Associação Cidadãos de Esposende alerta para poços a céu aberto em Esposende

Associação Cidadãos de Esposende alerta para poços a céu aberto em Esposende

A Associação Cidadãos de Esposende alerta os cidadãos para a existência de vários poços a céu aberto no concelho, sem qualquer vedação ou sinalização para prevenir acidentes. Esta situação coloca em risco a vida das pessoas e dos animais em Esposende.

A Associação tomou conhecimento de um acidente, ocorrido recentemente num destes poços, que provocou a morte a um cão e deixou a sua família em sofrimento. A Associação não quer que amanhã seja notícia a morte de uma criança, pelo que alertou várias entidades nacionais para que intervenham nesta situação.

A morte de um animal no dia 8 de março não deixou indiferente a Associação, que pretende que as entidades responsáveis apurem quantos poços existem a céu aberto em Esposende e a legalidade dos mesmos, tendo conhecimento de pelo menos sete locais onde existem poços sem qualquer segurança mas que podem chegar às dezenas espalhados por todo o concelho.

 

Não se entende que em pleno 2021, sendo Esposende um concelho que pretende ser uma referência a nível de turismo e de inovação, se verifiquem situações destas e que se tenha de lamentar a morte de um animal para que sejam tomadas medidas. A Associação teve conhecimento dos poços a céu aberto no dia 9 de março e no mesmo dia já iniciou os contactos com diferentes entidades nacionais para que esclareçam a legalidade dos mesmos e apurem responsabilidades.

 

A Associação apela aos Esposendenses para que denunciem estas situações, seja através do endereço de e-mail institucional Geral@Esposende.org ou da plataforma de alertas que a associação dispõem ao serviço da comunidade local, www.AlertaCidadao.pt, sendo importante a contribuição dos cidadãos para evitar futuras tragédias em Esposende.

 

De recordar que foi esta mesma associação que alertou para os problemas de segurança na ponte  D. Luís Filipe, tal era a gravidade do estado da ponte que a Associação pediu o seu fecho imediato, situação que levou a empresa Infraestruturas de Portugal a intervir na recuperação total do passadiço. Foi também por intervenção desta associação que terminou uma extração ilegal de areias nas dunas de Esposende.